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Marcelle Torres desenvolve projeto sobre a Península Coreana

A jovem pesquisadora e autora Marcelle Torres apresenta a I Mostra Coreana do Rio de Janeiro que ocorrerá entre os dias 04 e 10 de agosto, das 12h às 19h, no Centro Cultural Justiça Federal na Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro.

O projeto contará exposição fotográfica Arirang: Olhares sobre a Coreia e apresentação inédita do espetáculo “Para Além da Fronteira”, promovida pela AsiaColors e co-organizada pelo Consulado Geral da República da Coreia em São Paulo e Patrocínio da Hyundai do Brasil.

Esse evento tem como objetivo difundir a história e a cultura coreana entre os cariocas e estimular o conhecimento sobre os recentes acontecimentos na península.
Serão oferecidas atividades de imersão cultural, concurso cover de K-Pop e Workshop de Dobraduras Coreanas.

Muito determinada e dedicada Marcelle Torres é a idealizadora do projeto, pesquisadora especialista em Península Coreana na Escola de Guerra Naval e no Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (NUPRI-USP) e Diretora Executiva da AsiaColors, uma empresa de impacto social que promove eventos culturais e de moda a fim de fomentar culturas asiáticas no Brasil e apoiar projetos sociais em países asiáticos em insegurança alimentar.

“Sabemos que o Brasil é o único país latino americano a ter relações diplomáticas com ambas as Coreias, o que tornam fulcral a promoção de eventos culturais e acadêmicos à população brasileira a respeito da península coreana. Além disso, a integração e a compreensão das culturas brasileiras e coreanas também são fundamentais para o desenvolvimento dos laços de amizade entre os dois povos”.

Centro Cultural Justiça Federal
Avenida Rio Branco, 241 – Centro – Rio de Janeiro
Tel.: (21) 3261.2550

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Giulliana Succine estreia peça “Noite da Comédia Improvisada” no Leblon

Fora dos palcos desde 2004, quando atuou em “A Noviça Rebelde”, a atriz Giulliana Succine retorna esse mês na peça “Noite da Comédia Improvisada” no Teatro Leblon. A produção que é revesada entre vários atores, conta com mais de 70 nomes da dramaturgia liderados pelos diretores Priscila Lobo e Raphael Ghanem.

A Comédia Improvisada é dividida estruturalmente em jogos de improvisação teatral comandadas pela plateia. São jogos apresentados por um Mestre de Cerimônia – figura chave que serve de ponte entre os jogadores (atores) e a plateia.

Na televisão, Giulliana se destaca por “Sol Nascente” e “Malhação: Pro Dia Nascer Feliz”, onde dividiu a personagem Tânia com a atriz Deborah Secco. A atriz se apresentará nos dias 29 de julho (19hr).

NOITE DA COMÉDIA IMPROVISADA – TEATRO LEBLON
Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22430-200
Telefone: (21) 2529-7700
Informações:
Direção: Priscila Lobo e Raphael Ghanem
Programação Visual: Aarhon Pinheiro
Classificação: 14 anos.
Duração: 70 minutos
 
A bilheteria do teatro funciona de terça-feira a domingo de 15h ás 20h. Em dias de espetáculo, das 15h até o início da última apresentação do dia.

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Festival Gastronômico de Búzios chega à sua 17ª edição

O Festival Gastronômico de Búzios, evento que já faz parte do calendário oficial do balneário, chega em 2018 à sua 17ª edição — dias 06, 07, 08, 13, 14 e 15 de julho. A novidade é que os Melhores Pratos do 17° Festival serão escolhidos por Votação Popular. O homenageado será o chef Nélson Ramos Filho, o saudoso Nelsinho. Nesta edição participam cerca de 80 restaurantes, com suas tradicionais mesas montadas em diferentes pontos da cidade.

O evento, que movimenta Búzios no inverno, deve provocar a ocupação de 90% na rede hoteleira da cidade, atraindo um público de aproximadamente 30 mil pessoas ao longo dos dois finais de semana.

O festival acontecerá em seis localidades diferentes no Centro, nos Ossos e em Manguinhos. No Centro, as degustações serão às sextas e sábados, das 19h à meia noite, na Rua das Pedras, Rua Manoel Turíbio de Farias e na Orla Bardot. Nos Ossos, o circuito acontece nas tardes de sábado e domingo, das 14h até às 21h, na Lagoa dos Ossos e na Praça dos Ossos. Em Manguinhos, participarão os 15 restaurantes do Complexo Gastronômico Porto da Barra, às sextas e sábados, das 19h à meia-noite. Cada restaurante escolhe que receita servirá, com entradas e sobremesas a R$ 15, e pratos principais a R$ 22.

Entre as novidades este ano, está a participação inédita do restaurante vegetariano e vegano Cereall Gourmet e do Maria Bem-Me-Quer, de gastronomia funcional. O festival também contará palestras gratuitas sobre sustentabilidade e todo o lixo produzido será reciclado.

O Festival Gastronômico de Búzios é uma realização do Gil Castelo Branco e co-realização do Sebrae. O evento conta com o patrocínio do ASSAÍ e Shopping Park Lagos e apoio da Prefeitura de Búzios, Porto Real, Pacto (União das Entidades Empresariais), Hotel Vila da Santa, Gnattali Arquitetura, Cerveja Therezópolis, LM Distribuidor, Vinícola Salton e CCR Via Lagos. A parceria de mídia é da Inter TV e da JB FM.

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Rio de Janeiro é a cidade com o metro quadrado mais caro da América Latina, diz pesquisa

O Centro de Investigación en Finanzas de la Escuela de Negocios da Universidad Torcuato di Tella, da Argentina, publicou no mês passado uma pesquisa sobre o mercado imobiliário na América Latina mostrando que o Rio de Janeiro tem o metro quadrado mais caro da região, com um preço médio de US$ 3.663 (R$ 13.032, na cotação de maio).

Os dados sobre o Rio são maiores do que os publicados pelo Índice FipeZap em outubro do ano passado, quando a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) afirmou que o preço médio do metro quadrado na capital fluminense é de R$ 9.918.

Pelo levantamento da organização brasileira, o Leblon é o bairro mais caro do Brasil, cujo metro quadrado médio custa R$ 21.012. Em seguida estão Ipanema (R$ 19,744), a Lagoa (R$ 17.976) e a Gávea (R$ 17.078).

Depois do Rio, as cidades mais caras da América Latina são Santiago do Chile, com uma média de US$ 3.303 o m² (R$ 11.738), e Buenos Aires, na Argentina, cuja medida básica é vendida por cerca de US$ 3.059 (R$ 10.871).

Em seguida, ficam cidades como Montevidéu, no Uruguai (US$ 3 mil – R$ 10.661), São Paulo (US$ 2.523 – R$ 8.966), Cidade do México (US$ 2.519 – R$ 8.952), Lima, no Peru (US$ 2 mil – R$ 7.107), Cidade do Panamá (US$ 1.916 – R$ 6.809), Rosário (US$ 1.779 – R$ 6.322) e Córdoba (US$ 1.746 – R$ 6.204), ambas na Argentina, e Monterrey, no México (US$ 1.519 – R$ 5.398).

Segundo os dados, a Caracas é a capital mais barata para se viver hoje na região, com um metro quadrado avaliado em torno de US$ 519 (R$ 1.844), muito por causa das altas taxas de inflação, da desvalorização do bolívar – moeda local – frente ao dólar e da crise econômica que o país atravessa.

Depois de Caracas, imóveis mais baratos da região estão em Quito, no Equador (US$ 1.363 – R$ 4.843), Guadalajara, no México (US$ 1.409 – R$ 5.006) e Bogotá, na Colômbia (US$ 1.464 – R$ 5.201).

Retirando a capital venezuelana do cálculo pela situação atípica, os dados indicam que a média da América Latina é de um metro quadrado vendido por US$ 2.233 (R$ 7.935).

Para o professor do Centro de Estudos da Metrópole da Universidade de São Paulo, Eduardo Marques, a diferença de valores nos metros quadrados nas distintas cidades latino-americanas reflete o valor de uso da terra – elemento central na precificação dos imóveis.

“A terra urbana não tem custo de produção. Todas as terras estão ali dadas em diferentes lugares. O que define o valor é o ‘uso’ que se dá a ela. O uso, na cidade, é sempre associado a uma localização, o que faz com que seja possível falar em um conceito de uso-localização. Isso faz com que as empresas tenham preferências localizacionais, assim como os indivíduos, como é o caso de empreendimentos que pagam mais por espaços com maior fluxo de pessoas”, afirma.

“Os incorporadores são criadores de usos-locais. Para eles, o espaço é absolutamente central, porque é ele que produz localização. Por isso, o campo de estudos urbanos pesquisou tanto esse tipo de capital: ele é capaz de grandes processos de transformação da cidade. Se forem deixados sem regulação, eles vão desvalorizar o máximo possível um espaço para depois valorizá-lo e, assim, ganhar”, completa o professor.

O diretor de marketing da Brasil Brokers, uma das principais corretoras de São Paulo, Guilherme Blumer, concorda com Marques. Para ele, as cidades mais valorizadas são aquelas que possuem um uso-localização mais caro. “A terra urbana vale muito em determinados contextos e, no caso de São Paulo e do Rio, que são as principais metrópoles da região, é evidente que estejam entre as mais valiosas”.

De março de 2017 a março deste ano, a Cidade do México foi a que registrou o maior aumento no valor do metro quadrado na região, com um salto de 33%, seguida pela também mexicana Guadalajara (18%) e por Buenos Aires, na Argentina (15%). Os dados – que foram coletados a partir dos preços pedidos pelos anúncios de venda em lugares na Internet – podem ser acessados clicando aqui.

“O objetivo da pesquisa é conhecer o preço dos imóveis tipicamente habitados por jovens profissionais”, explica um trecho do documento. Os números ainda mostram que o metro quadrado na América Latina cresceu 6,9% em dólares no último ano e 4,4% em moeda local. A ideia da Universidade Torcuato di Tella é publicar uma atualização dos dados duas vezes por ano a partir de agora.

Segundo o diretor do Centro de Investigación en Finanzas da universidade, Juan José Cruces, Caracas vive situação contrária, com uma queda em dólares de 38,4% no preço dos imóveis. O Rio de Janeiro, com 10,2% de queda, e a Cidade do Panamá, com 5,1%, também viram seus metros quadrados baixarem no último ano.

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Vereadora ativista dos direitos humanos é morta a tiros no RJ

A vereadora carioca Marielle Franco (Psol), uma conhecida ativista do movimento negro e crítica da violência policial no Rio de Janeiro, foi assassinada a tiros na noite desta quarta-feira (14).

Marielle, 38 anos, estava dentro de um carro no bairro de Estácio, centro da capital fluminense, quando criminosos emparelharam outro veículo e abriram fogo. O motorista do automóvel onde estava a vereadora, Anderson Pedro Gomes, também morreu. Já uma assessora de Marielle foi atingida apenas por estilhaços e sobreviveu. Ela prestou depoimento pouco depois da meia-noite.

As características do crime – uma emboscada sem roubo – apontam para a hipótese de execução, que é a principal linha de investigação da polícia. Ao menos nove cápsulas de bala foram achadas ao lado do carro da vereadora, que voltava de um encontro com jovens negras.

O deputado estadual do Psol, Marcelo Freixo, foi ao local do crime e disse que não sabia de nenhuma ameaça contra Marielle, mas ressaltou que as características de execução são “muito nítidas”.

Nascida e criada na favela da Maré, Marielle foi a quinta vereadora mais votada nas eleições municipais de 2016, com 46.502 votos. Nos últimos dias, postou mensagens nas redes sociais denunciando a violência policial no Rio.

“Mais um homicídio de um jovem que pode estar entrando para a conta da PM. Matheus Melo estava saindo da igreja. Quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra acabe?”, escreveu no Facebook. Ela também chamou o 41º Batalhão da Polícia Militar de “Batalhão da Morte” por causa de denúncias de crimes no bairro de Acari.

Marielle também era crítica da intervenção militar do Governo Federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Morte de vereadora tem repercussão mundial

Como vereadora, Marielle Franco denunciava violência contra população pobre e negra do RJ (Facebook/Reprodução)

Como vereadora, Marielle Franco denunciava violência contra população pobre e negra do RJ (Facebook/Reprodução)

O assassinato de Marielle Franco teve repercussão nos principais jornais do mundo.

O caso, mais um registrado na onda de violência no Rio, foi divulgado em publicações norte-americanas como o “The New York Times”, “The Washington Post” e a rede “ABC News”. Além disso, a televisão estatal com sede na Venezuela, Televisión del Sur, e o jornal britânico “The Guardian” noticiaram a morte da política.

A matéria original foi produzida pela agência de notícias Associated Press e distribuída aos veículos dos EUA. “Um membro do conselho da cidade e seu motorista foram mortos a tiros por dois assaltantes não identificados em uma rua no centro, no Rio de Janeiro, a segunda maior cidade do Brasil, onde militares foram convocados há um mês após uma onda de violência”, diz o texto.

O site da TV venezuelana noticiou que “a proeminente ativista brasileira de direitos humanos e a vereadora de esquerda Marielle Franco foi assassinada no Rio de Janeiro”. Segundo a reportagem, ela “faz parte de uma geração de jovens brasileiros negros que estão se tornando cada vez mais vocais dentro e fora de casas de estado. Franco foi eleito para a Câmara em 2016”.

Já o “The Guardian” ressalta que Marielle era ativista e especialista na análise de violência da PM. Além disso, o jornal reforça que a vereadora chegou a acusar os policiais de serem agressivos ao abordar os moradores das favelas do Rio. “Marielle Franco, vereadora e crítica da polícia, é executada a tiros no Rio”, diz o título da matéria. O “News Deeply“, de Nova York, também destacou o assassinato de Marielle com o título: “Das favelas a vereadora, lutando pelos direitos das mulheres no Rio”.

O jornal peruano “El Comercio“, por sua vez, relatou o crime e ressaltou que a vereadora era crítica da intervenção federal na Segurança Pública do estado.

Com informações da Agência ANSA*

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