Negócios,

Fãs de esports têm mais influência na compra de eletrônicos

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Repucom em parceria com a BBL, holding de entretenimento especializada no universo gamer, sobre o cenário atual do mercado de esportes eletrônicos revelou que os fãs de esports são mais influentes na recomendação de compra de eletrônicos em suas residências. Os fãs de esports são geralmente consultados 20% mais que a média da população sobre a indicação deste tipo de produto, demonstrando alto poder de influência na decisão de compra de familiares e demais integrantes da residência.

A cada 10 fãs de esports, sete são consultados em relação a algum assunto sobre marcas e modelos, de acordo com o estudo on-line feito com amostra de 1.000 entrevistas.

Além disso, o levantamento também apresenta que os fãs de esports usam, em média, 8% mais os cartões de créditos do que o resto da população. O estudo demonstrou que 84% dos brasileiros conectados utilizaram cartões de crédito nos últimos 12 meses. Entre os fãs de esports, o número sobe para 91%.

“A pesquisa realizada pelo IBOPE Repucom foi mais uma forma de profissionalizar ainda mais o mercado e compreender um pouco mais do público fã de esports, que tem crescido exponencialmente no país. Já sabíamos que esse público tem um grande potencial como consumidor, agora também comprovamos que o público tem muita influência na decisão de compra das pessoas próximas. Isso deve tornar o esports ainda mais atrativo para as marcas”, declara Leo De Biase, co-fundador da BBL.

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Mundo,

Irmão de Pablo Escobar lança smartphones e desafia Apple

(ANSA) – Um dos irmãos do traficante colombiano Pablo Escobar lançou sua própria marca de smartphones e prometeu desafiar a Apple no mercado. Roberto de Jesús Escobar Gaviria apresentou nesta semana o seu aparelho de celular, fabricado em tom de ouro e batizado de “Escobar Fold 1“. O aparelho custa US$ 350 (versão de 128 GB de armazenamento) e usa o sistema operacional Android 9.0.

Alimentado por um chipset Qualcomm Snapdragon 8 Series, o celular tem duas câmeras fotográficas de 16 e 20 megapixels, duas telas AMOLED de 7,8 polegadas, sensor de biometria e é dobrável.

A campanha publicitária para o lançamento do produto conta com fotos e vídeos de mulheres de lingerie.

“Eu disse a muitas pessoas que venceria a Apple, e vencerei”, afirmou Roberto, que é irmão de Pablo Escobar, ex-líder do cartel de Medellín, morto em 1993.

Conhecido também pelo apelido de “El Osito”, Roberto, de 72 anos, foi contador do cartel. Devido à sua associação ao narcotráfico, chegou a ser preso. Na cadeia, recebeu uma carta-bomba que o deixou cego. Em 2014, fundou a Escobar Inc.

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Esporte, Futebol,

Brasil estreia contra Venezuela na Copa América de 2020

(ANSA) – Atual detentor do título da Copa América, o Brasil estreará na próxima edição da competição, que será realizada em 2020, diante da Venezuela, no dia 14 de junho, em Cali. A seleção está no Grupo Norte e também terá pela frente Colômbia, Catar, Equador e Peru.

A Conmebol fechou nesta terça-feira (3), em Cartagena, os dois grupos do torneio, que será disputado na Colômbia e na Argentina. As duas nações convidadas serão o Catar, que caiu na chave do Brasil, e a Austrália, que pegará os argentinos.

A Copa América 2020 começará em 12 de junho, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, com o jogo entre Argentina e Chile, finalistas das edições de 2015 e 2016. A decisão, por sua vez, será no dia 12 de julho, no Estádio Metropolitano, em Barranquilla.

A partir da edição de 2020, a Copa América será disputada de quatro em quatro anos, igual a Eurocopa, e a Conmebol aproveitou a edição extra para testar o novo formato do torneio. A competição tem dois grupos com seis seleções em cada e elas vão se enfrentar em turno único. Os quatro melhores avançarão para o mata-mata.

A edição de 2019 do torneio teve 26 jogos, já a próxima Copa América terá 38 duelos. Confira os grupos:

Grupo Sul – Argentina, Austrália, Bolívia, Uruguai, Chile e Paraguai

Grupo Norte – Colômbia, Brasil, Catar, Venezuela, Equador e Peru.

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Brasil,

Senado aprova ‘aposentadoria militar’ sem idade mínima e com salário integral

O Senado aprovou em votação simbólica, nesta quarta-feira (4), a reforma da Previdência dos integrantes das Forças Armadas (PL 1.645/2019), com a presença no plenário dos ministros da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. Sem oposição e com acordo entre líderes, a votação foi rápida. O texto segue agora para sanção presidencial.

A proposta tem vantagens em relação à dos trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos. Os militares receberão salário integral ao se aposentar, não terão idade mínima obrigatória e vão pagar contribuição de 10,5% (iniciativa privada paga de 7,5% a 11,68% ao INSS).

Em linhas gerais, as regras dos militares também vão valer para policiais militares e bombeiros dos estados. Apenas alguns pontos são diferentes, sobre regras de transição.

No funcionalismo, os militares são os que custam mais para a Previdência, proporcionalmente.

Aposentadoria militar é chamada de reserva remunerada

Tecnicamente, os militares não se aposentam. Eles vão para a reserva remunerada e continuam à disposição das Força Armadas, sendo definitivamente desligados apenas quando são reformados. Além de mudar as regras para isso, a reforma dos militares inclui uma reestruturação da carreira que aumenta a remuneração.

Críticos dizem que ela não reduz privilégios, e aumenta salários. Já os defensores afirmam que a categoria não recebe reajuste há anos.

A previsão de economia com a reforma na aposentadoria dos militares era de R$ 97,3 bilhões em dez anos. Com os benefícios concedidos na proposta, que incluem reajustes de ganhos, serão gastos R$ 86,85 bilhões. A economia caiu para R$ 10,45 bilhões em dez anos.

Militares x trabalhadores privados e servidores

  • Valor integral de aposentadoria

Os militares continuam ganhando o mesmo que seu último salário (integralidade) e com reajustes iguais aos dos ativos (paridade) quando forem para a reserva.

No caso dos servidores públicos civis federais, apenas aqueles que entraram no serviço até 2003 e cumprirem uma das regras de transição poderão se aposentar com integralidade e paridade. Os demais, assim como trabalhadores da iniciativa privada, terão sua aposentadoria seguindo um cálculo que leva em conta o tempo de trabalho e que é limitada pelo teto do INSS (R$ 5.839,45, em 2019).

  • Alíquota de contribuição

A proposta prevê a cobrança de uma alíquota de 10,5% sobre o rendimento bruto dos militares de todas as categorias: ativos, inativos, pensionistas, cabos, soldados e alunos de escolas de formação. Hoje, apenas ativos e inativos pagam uma alíquota de 7,5%. Os demais não recolhem para o pagamento de suas aposentadorias. O aumento será gradual, chegando a 10,5% em 2021.

Na Previdência dos civis, os trabalhadores do setor privado pagarão alíquotas de INSS entre 7,5% e 11,68%, dependendo da faixa de salário. Hoje, as alíquotas vão de 8% a 11%.

No caso de funcionários públicos civis, as alíquotas começarão em 7,5% para os que ganham até um salário mínimo. Quem ganha mais de R$ 39 mil por mês pagará alíquota mínima de 16,79%, podendo chegar a 22%.

  • Aposentadoria compulsória

Os militares são obrigados a se aposentar a partir de uma certa idade. A proposta eleva o limite de idade, o que vai permitir que militares de todas as patentes passem mais tempo na ativa, se desejarem. Hoje, essa idade máxima varia de 44 a 66 anos, dependendo do posto ou graduação. Ela subiria para 50 a 70 anos.

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Brasil,

Justiça do DF absolve Lula e Dilma no caso ‘quadrilhão do PT’

(ANSA) – A Justiça Federal do Distrito Federal absolveu os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros Antônio Palocci e Guido Mantega e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto no caso apelidado de “quadrilhão do PT“.

Todos eles viraram réus por crime de organização criminosa, por suspeita de ter desviado dinheiro público da Petrobras e de outras estatais. Entretanto, os cinco foram absolvidos por decisão do juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal em Brasília.

“A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política. Adota determinada suposição – a da instalação de ‘organização criminosa’ que perdurou até o final do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff – apresentando-a como sendo a ‘verdade dos fatos’, sequer se dando ao trabalho de apontar os elementos essenciais à caracterização do crime de organização criminosa”, escreveu o juiz.

Além disso, Reis Bastos afirmou que a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) “não contém os elementos constitutivos” do crime de organização criminosa.

“A narrativa que encerra não permite concluir, sequer em tese, pela existência de uma associação de quatro ou mais pessoas estruturalmente ordenada, com divisão de tarefas, alguma forma de hierarquia e estabilidade”, informou Reis Bastos.

A denúncia foi apresentada em 2017 pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. Na oportunidade, ele alegou que os políticos denunciados receberam R$ 1,48 bilhão de propina durante o período que Lula e Dilma estiveram na presidência.

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