Dicas

Já tentou economizar dinheiro?

Não precisa ficar horrorizado com a manchete, todo mundo sabe que o dinheiro anda bem curto, que mal dá para pagar as contas, mas é preciso criar estratégias e tentar economizar um pouco de dinheiro, seja para uma eventualidade de saúde, para realizar a viagem dos seus sonhos, comprar um automóvel próprio, ou apenas para poder gastar no futuro.

Pessoas dos mais variados países conseguem fazer um pouco de economia, mesmo com suas realidades problemáticas ou crises financeiras. O problema não é esse: existe uma falta de cultura financeira no país. Quase 70% dos brasileiros não guardam dinheiro, segundo pesquisa do Banco Central.

Uma das melhores maneiras de conseguir economizar, nem que sejam alguns poucos reais ao mês, é investir em alguma coisa seja difícil de conseguir mexer depois. Quem tem um pouco mais de dinheiro sobrando costuma adquirir imóveis. Já aquele que não quer administrar aluguéis e inquilinos, coloca sua grana em fundos de investimento de longo prazo.

Uma das alternativas mais populares, nos últimos tempos, têm sido as moedas criptografadas e a mais famosa delas é o Bitcoin. É um dinheiro virtual, você precisa contratar uma agência para administrar com um pouco mais de segurança.

facebook bitcoin

Foto: JayDeep / Pixabay

Se interessou? É aconselhável ler muito, até tomar cursos sobre este investimento. E não pensar neste dinheiro tão cedo porque ele é como uma bolsa de valores, sujeita a variações diárias. Se você for do tipo nervosinho e quiser vender na baixa, vai acabar perdendo dinheiro.

O ideal, a um investidor de pequeno monte, é que ele espere juntar um pouco mais de recursos antes de tentar entrar nesta seara. Quem foi esperto e comprou bitcoins quando ainda eram muito baratos conseguiu ficar milionário, há até alguns bilionários no setor.

A moeda começou a ser vendida como valor inicial muito baixo. Se você tivesse investido 100 dólares em 2010, quando o negócio começou a se tornar concreto, teria hoje “apenas” 238 milhões de reais. Consegue acreditar? Em 2017, apenas 1 bitcoin chegou a custar 10 mil dólares! Foi o auge do mercado, que acabou se normalizando depois.

Read More...

Destaques, Dicas

Confira dicas para comprar o material escolar do seu filho e não estourar o seu orçamento

Quem tem filho sabe que, quando começa um novo ano, é hora de comprar o material escolar. São livros, mochila, lápis de cor e uma série de outros itens que pesam no bolso. A lista é grande, mas sempre é possível economizar e conseguir desconto nas compras. E adquirir os itens que são mais importante fora da temporada pode ser uma opção para quem quer economia.

Carla dos Santos, de 33 anos, é estudante de Enfermagem e mãe de dois filhos, Elber Silva, de 14 anos e Caique Santos, de 6 – ambos no ensino fundamental.  O filho mais velho estuda em uma escola pública, mas ela ainda precisa arcar com a mensalidade escolar do filho mais novo. Segundo Carla, além dos gastos com a mensalidade, sempre que se aproxima o começo do ano, ela já começa a se preocupar com o material dos meninos. “Faço uma pesquisa de preço antes de ir às compras. Eles sempre querem materiais com temáticas de times de futebol ou desenho e esses são os mais caros”, pontuou a estudante.

Quando pode, Carla não deixa de agradar os seus filhos mas está sempre atenta a toda forma de economia. Ela prefere comprar os livros do filho caçula na própria escola onde ele estuda. “O preço pelo qual a escola revende os livros é muito próximo aos das livrarias, e lá, eu ainda tenho a possibilidade de parcelar o pagamento”. Outro aspecto que Carla considerado por Carla é a economia de tempo. “Prefiro comprar na escola também, porque acabo poupando o meu tempo. Nem sempre encontramos todos os livros em uma única livraria”, conclui.

Vários gastos envolvem a volta às aulas. Desde a lista de material escolar, até as taxas de rematrícula e a compra de uniformes. Programar-se com antecedência pode garantir que o valor dos produtos realmente não esteja tão alto, além de diluir o investimento no orçamento. Outra dica é o reaproveitamento de objetos usados nos anos anteriores por colegas que já passaram pela série a ser cursada.

Você também pode se juntar a outros pais para comprar em atacado. Isso pode aumentar as chances de negociar preços menores com as livrarias e papelarias. Dependendo do número de pais envolvidos, é possível gastar até 30% menos. E mesmo comprando em atacado, procure ir em áreas de grande concorrência e que tenha uma maior diversidade de oferta dos mesmos produtos.

Sem cobranças abusivas

Em outubro de 2016, o Conselho Estadual de Defesa do Consumidor (CEDC) publicou uma deliberação com diretrizes para a adoção de material escolar pelos estabelecimentos de ensino da rede privada. A deliberação proíbe que conste na lista de material escolar itens de expediente de escritório específico da atividade administrativa escolar ou de uso genérico. As escolas também não podem exigir que os materiais escolares sejam comprados no próprio estabelecimento, o que é considerado prática abusiva.

A três meses do início das aulas, já tem gente se preparando para comprar o material escolar dos filhos. Mas escolher uma escola de qualidade com mensalidades acessíveis também é uma das preocupações dos pais. Com desejo de investir em uma educação de melhor qualidade para os filhos, muitas famílias estão recorrendo a programas de apoio, como o Educa Mais Brasil, que concede descontos de até 50% na educação básica. Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira todas as oportunidades disponíveis na sua região. A inscrição é gratuita.

Read More...

Destaques, Dicas

Juros do cartão de crédito chegam a 274% ao ano

Dados divulgados esta semana pelo Banco Central apontam um aumento dos juros do cartão de crédito rotativo após 4 meses consecutivos de queda. A taxa sofreu alta de 2,6 pontos percentuais em relação a julho, batendo os 274% ao ano em agosto. Já os juros do cheque especial fecharam o mesmo mês em 303,2% ao ano, sendo hoje a modalidade de crédito mais cara do mercado financeiro.

Os números assustam e por isso as duas ferramentas são consideradas os maiores vilões do bolso dos consumidores brasileiros. Mas será que é possível utilizá-los a nosso favor? Para o educador financeiro do canal Dinheiro à Vista, Reinaldo Domingos, essa é uma questão comportamental e em certos casos podem trazer vantagens.

Confira abaixo 5 orientações preparadas pelo especialista para não se endividar no cartão de crédito:

1 – Cuidado com a quantidade de cartões

Caso tenha apenas um ganho mensal, o ideal é ter um cartão de crédito; caso ganhe semanalmente, poderá ter até três cartões, para os dias 10, 20 e 30. Com isso, poderá comprar seis dias antes do vencimento de cada um deles, ganhando 36 dias para pagamento.

2 – Parcelamento pode ser um aliado

Em alguns casos parcelar sem juros pode ser mais vantajoso do que pagar à vista, desde que esses valores caibam no orçamento mensal, é claro. Atualmente há cartões de crédito que oferecem descontos quando o cliente adianta o pagamento das parcelas… essa é outra forma de economizar.

3 – Defina a melhor data de pagamento

Organize para que a data de pagamento seja posterior e próxima a entrada da renda, evitando correr o risco de atrasar o pagamento. É válido que limite do cartão de crédito não ultrapasse 30% do salário ou ganho mensal, assim evita-se gastar mais do que ganha usando o cartão de crédito.

4 – Negocie a anuidade

Para ter mais força para conquistar seus sonhos, evite pagar a anuidade do cartão de crédito. Hoje é possível encontrar cartões que não cobram taxa de manutenção. É válido negociar com a operadora ao menos a redução dessas taxas.

5- Aproveite pontos e milhas

Saiba aproveitar os benefícios que o cartão de crédito pode oferecer, como prêmios e milhas que se acumulam de acordo com os pagamentos. Lembre-se que os benefícios expiram, é preciso se organizar para não perder a data de utilização.

Read More...

Destaques, Dicas

Dólar atinge maior alta da história: como fica a sua vida?

O preço do dólar disparou e bateu novo recorde histórico, fechando a R$ 4,19 nessa quinta-feira (13), o maior valor de fechamento já registrado desde a criação do Plano Real. Na máxima do dia, a moeda chegou a bater o R$ 4,20. Já o dólar turismo fechou negociado a R$ 4,36 sem considerar a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

“O cenário é preocupante e qualquer previsão a ser feita para as próximas semanas, até o período das eleições, será uma mera especulação”, ressalta Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros.

Além disso, fatores do ambiente internacional, que seguem instáveis, também acabam refletindo no valor do dólar. Essa situação tem impactos diretos em nossas vidas, na nossa rotina, sejam positivos (investimentos) ou negativos (importações/viagens). Mas como agir diante de todas essas incertezas?

Começando com a parte positiva, que é para quem aplica o seu dinheiro e está conseguindo aumentar seus rendimentos por conta desse alto valor da moeda americana. “Essas são pessoas que compram o dólar propriamente dito ou que investem em fundos que são atrelados a ele. Para as empresas nacionais, a notícia também pode ser interessante, pois ganha vantagem em relação aos produtos importados, uma vez que o preço estará bem mais competitivo”, diz Reinaldo.

dólar

Foto: Carlos Severo

Do lado negativo, com as férias do final de ano chegando, quem estava pensando em viajar para fora do país e precisaria trocar o real pelo dólar terá que repensar os gastos. “Esse valor pode aumentar bastante, pois entram na conta a passagem aérea, passeios, IOF do cartão de crédito, etc”, diz o educador financeiro.

Portanto, é preciso refazer as contas e ter cautela, caso contrário, as coisas podem sair do controle. Àqueles que ainda não tinham se programado para uma viagem internacional, não é que devam desistir, muito pelo contrário, mas talvez adiá-la para se planejar melhor e não correr o risco de se endividar seriamente.

O dia-a-dia da população em geral, aqui no Brasil mesmo, também é afetado, já que, somada à inflação, os preços de produtos e serviços sofrem alteração, refletindo diretamente no bolso dos consumidores e diminuindo o poder de compra. Alimentos que têm cotação no mercado internacional como a soja, o café e principalmente o trigo, que é usado na produção de pães, bolos, macarrão, entre muitos outros, também aumenta de preço e o impacto é sentido direto nas prateleiras dos supermercados brasileiros.

Sendo assim, a orientação é sempre fazer uma boa pesquisa de preços, cortar compras em quantidades desnecessárias e principalmente ter um cuidado extra com as guloseimas, que quase sempre são responsáveis pelos altos gastos no supermercado.

A situação pede cautela, mas esse pode ser o momento de mudar de vez o comportamento em relação ao uso e à administração dos recursos, se educando financeiramente e estando preparado para momentos de crise como a atual.

Read More...

Destaques, Dicas

Boletos vencidos podem ser pagos em qualquer banco

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) alerta que, a partir desse mês de agosto, os boletos bancários, até mesmo os vencidos, antes somente aceitos no banco indicado, passarão a ser aceitos em qualquer instituição financeira (física ou on-line e caixas eletrônicos) e casas lotéricas.

Uma plataforma desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) possibilitará o pagamento de boletos bancárias, mesmo os vencidos, já com a inclusão de multa e encargos.

Ela também permitirá maior transparência em todo o processo, pois o comprovante de pagamento será mais completo e apresentará as seguintes informações: juros, multa, desconto, CPF ou CNPJ do emissor e do pagador, data de vencimento, valor e autorização do cliente para que a cobrança seja enviada à residência.

No entanto, essas alterações tem um cronograma para ir acontecendo e variam de acordo com o valor do boleto: a partir de 25 de agosto serão aceitos títulos de R$ 400 ou mais; a partir de 13 de outubro, R$ 100 ou mais; a partir de 27 de outubro, R$ 0,01 ou mais; a partir de 10 de novembro, boletos de cartões de crédito, doações, entre outros.

MUDANÇAS NO PAGAMENTO

A modernização iniciou em 2017 para boletos com valores iguais ou superiores a R$ 50 mil reais. No decorrer do tempo, o valor máximo foi baixando para que a quantidade de pessoas beneficiadas fosse ainda maior.

De acordo com o portal da Febraban, a mudança do sistema de cobranças traz vantagens como a eliminação do risco de pagamento em duplicidade, já que o registro permite o compartilhamento de informações sobre emissores e pagadores pelas instituições financeiras.

Read More...