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Entenda o que é relacionamento sugar apresentado na novela da Globo

Na novela das 9, “A Dona do Pedaço”, os personagens de José de Abreu (Otávio) e Carol Garcia (Sabrina) estão vivendo uma relação indevidamente caracterizada como “sugar”. A personagem de Sabrina insiste em denominar o amante como um “sugar daddy” e se autointitula como “baby”. O erro reside no fato de a personagem ser uma garota de programa, reforçando ainda mais a polêmica a respeito deste tipo de relacionamento.

Jennifer Lobo, fundadora e CEO da primeira e maior plataforma sugar no país, o MeuPatrocínio, esclarece: “atualmente, temos 1 milhão e 800 mil babies cadastradas em nosso site e, ao contrário do imaginário popular, 76% das usuárias são universitárias formadas ou cursando. Sim, são jovens bonitas e atraentes, buscando um provedor que lhes ofereça estabilidade emocional e financeira, numa relação com objetivos alinhado desde o início, bem diferente da situação apresentada na novela e, muitas vezes, sem envolver sexo”. Os relacionamentos são pautados por acordos pré-estabelecidos, as expectativas são claras, transparentes e benéficas para os dois parceiros. Existem acordos que preveem somente uma amizade, outros um namoro, outros uma relação sem compromisso. E está tudo lá, às claras, para não haver risco de frustrações futuras.

Os daddies, que totalizam 280 mil usuários com uma média de 43 anos, são homens maduros e bem-sucedidos, em busca de uma relação diferenciada, com os objetivos expostos com naturalidade, facilitando a aproximação de pessoas sensatas com os mesmos interesses. As babies, por sua vez, com uma média de 24 anos, valorizam a segurança que este tipo de relacionamento proporciona e preferem homens mais experientes que possam acrescentar valor às suas vidas, atuar como um “mentor” em suas carreiras e que seja alguém que, além do envolvimento emocional, facilite a concretização dos seus sonhos, muito além dos proveitos exclusivamente materiais.

A plataforma MeuPatrocínio (veja) utiliza rígidos critérios na aprovação dos seus usuários. Perfis são verificados justamente para evitar a participação de pessoas com intenções escusas, dispostas a trocar sexo por dinheiro. Qualquer iniciativa neste sentido é imediatamente bloqueada e os usuários banidos do site. Os recursos de segurança são constantemente atualizados de forma a criar e manter um ambiente protegido contra pessoas com objetivos impróprios e não condizentes com a relação sugar. “Otávio e Sabrina, os personagens da novela, não teriam os seus perfis aprovados pelo site”, garante Jennifer.

Sobre o MeuPatrocínio.com

Primeiro e maior site de relacionamento Sugar do Brasil, o MeuPatrocínio é a rede social mais exclusiva e elitizada do país. O estilo de vida Sugar reúne homens poderosos a mulheres jovens e atraentes para relacionamentos verdadeiros, transparentes, com acordos pré-estabelecidos e expectativas alinhadas. Hoje, em sua base de dados, a plataforma conta com mais de dois milhões de usuários. Todos submetem seus perfis e fotos à aprovação individual. Somente são aceitos maiores de 18 anos que devem aderir às condições e termos de segurança do site.

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Atualidade, Destaques

As redes sociais estão roubando sua produtividade e seu tempo de vida

Uma das palavras mais recorrentes hoje no mundo corporativo é “produtividade”. No centro dessa palavra, está o famoso ditado: “tempo é dinheiro”. Assim como os alquimistas buscaram a pedra filosofal no passado, muitas pessoas atualmente buscam o segredo de ser mais produtivo.

Ser produtivo é uma fórmula simples, mas difícil de ser executada. É fazer mais coisas com menos recursos, no caso, o tempo. O problema é que a cada dia parece que as 24 horas diminuíram. A cada dia estamos dormindo menos, aproveitando menos nosso tempo vago e, por outro lado, o tempo no trânsito aumentou, a pressão no trabalho também, o que pode acarretar em horas extras de trabalho em casa, que muitas vezes não será remunerado.

Um dos grandes vilões dessa falta de tempo, caro leitor, está em suas mãos agora: os aparelhos eletrônicos. Passamos cerca de 9 horas diárias em frente às telas eletrônicas. Em grande parte desse tempo, estamos nos distraindo nas redes sociais. E nas outras? Trabalhando, claro. Quem nunca respondeu uma mensagem de trabalho em horário de lazer?

O problema é a utilização exagerada dos aparelhos eletrônicos, tanto para distração quanto para o trabalho fora de hora. Essa dinâmica tem gerado, para nós, estresse no cotidiano, perda recorrente de memória e falta de foco em âmbito pessoal e profissional. Há aí um “borrão” entre o pessoal e o profissional. A soma disso tudo é uma sociedade cansada, deprimida e estressada.

Sabendo disso, líderes de empresas multinacionais, como Zuckerberg e o falecido Steve Jobs, sempre tentaram reduzir o número de questões para resolver no cotidiano e isso inclui até o quê e como se vestir. Ambos escolheram somente um conjunto de roupas, assim conseguiriam focar em problemas de suas empresas com mais facilidade.

O que esses líderes nos ensinam? Fazer várias coisas ao mesmo tempo, ou seja, ser multitarefas, pode não ser sinônimo de produtividade. Pode ser sinônimo de coisa malfeita. Focar é importante. Saber dosar o momento de trabalhar, se distrair e descansar também.

O que não contam nas empresas é que, assim como o tempo é dinheiro, o dinheiro é tempo. O dinheiro parece ser ilimitado, um papel que pode ser produzido, perdido e ganhado infinitamente. Mas o seu tempo de vida, esse não. Esse é limitado e efêmero. A produtividade real, ou seja, aproveitar o tempo que temos, deve ser muito bem selecionada e equilibrada entre o pessoal e o profissional.

*Artigo especial de Leonardo Torres, professor, palestrante e doutorando em comunicação e cultura midiática.

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