Brasil tem 553 mortes e 12 mil casos confirmados de coronavírus

abril 6, 2020 0 Por Romário Nicácio
Brasil tem 553 mortes e 12 mil casos confirmados de coronavírus

O Brasil chegou a 553 mortes em razão da pandemia do novo coronavírus, segundo atualização divulgada hoje (6) pelo Ministério da Saúde. O número representa um aumento de 67 casos, ou 13%, em relação a ontem, quando foram registrados 486 óbitos. O número de casos recuperados divulgados até o momento é 127.

São Paulo segue como epicentro da pandemia com mais da metade dos falecimentos de todo o país (304). O estado é seguido por Rio de Janeiro (71), Pernambuco (30), Ceará (29) e Amazonas (19).

Além disso, foram registradas mortes no Paraná (11), Distrito Federal (10), Santa Catarina (10), Minas Gerais (9), Rio Grande do Norte (7), Rio Grande do Sul (7), Espírito Santo (6), Goiás (5), Paraíba (4), Sergipe (4), Piauí (4), Pará (3), Maranhão (2), Alagoas (2), Rondônia (1), Roraima (1), Mato Grosso (1) e Mato Grosso do Sul (1).

Já o número de casos passou a casa dos 12 mil (12.056). O número marca um crescimento de 8% em relação a ontem, quando o balanço do Ministério da Saúde marcou 11.130. A taxa de letalidade do país ficou em 4,4%.

Mandetta

A coletiva do Ministério da Saúde de hoje novamente não contou com a presença do ministro Luiz Henrique Mandetta. Ele e Bolsonaro estão em uma espécie de guerra fria devido a condução da pandemia do covid-19.

Mais cedo, foi divulgado que Bolsonaro pretende demitir Mandetta ainda hoje, porém, de acordo com jornais, o presidente teria voltado atrás da decisão.

A relação do presidente e Mandetta piorou nas últimas semanas com a defesa pelo ministro do isolamento horizontal, medidas de restrições mais duras e a não adoção do remédio hidroxicloroquina como tratamento sem que os testes clínicos sejam realizados e aprovados.

Ontem (5), Bolsonaro disse a um grupo de religiosos diante do Palácio do Planalto que alguns de seus ministros eram ‘pessoas normais’, que viraram estrelas. Sem citar Mandetta, insinuou que poderia demitir o ministro ao dizer que não tinha medo de ‘usar a caneta’.

Do Portal N10 com Agência Brasil