Ciência

Especialistas querem recuperar texto oculto no Novo Testamento da Bíblia

Traduzida em diversos idiomas, a Bíblia Sagrada pode guardar segredos ocultos jamais imaginados, pensando nisso, especialistas no mundo todo tentam “decodificar” seus segredos. Uma equipe de especialistas universitários da Grã-Bretanha se propôs a recuperar o texto ancestral, Codex Zacynthus, oculto no manuscrito do Novo Testamento, datado do século VI ou VII. As informações são do Daily Mail.

O antigo código é considerado um elemento crucial para a abordagem de qualquer estudo sobre o Novo Testamento. Por isso, os especialistas da Universidade de Cambridge esperam revelar seus segredos assim que for possível arrecadar mais de 1 milhão de libras para comprá-lo.

Os especialistas pretendem decifrar o código oculto no Novo Testamento

Os especialistas pretendem decifrar o código oculto no Novo Testamento

Procedente do século VI ou VII, o Codex Zacynthius foi deteriorado pela ação do tempo e pela manipulação da mão do homem, que, até o século XIII, introduziu novas passagens, escrevendo em cima de conteúdos originais ou borrando-os. O original dessa obra, que serviu de base a muitas religiões, pertenceu por mais de 200 anos à Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, até ser leiloado pela instituição por conta de problemas financeiros.

Desde 1984, o manuscrito descansa na biblioteca da Universidade de Cambridge, à espera de um comprador, por parte da mesma entidade, que permitirá submetê-lo a uma análise científica.

O Codex Zacynthus foi decifrado pela primeira vez no ano de 1861, e os especialistas estão convencidos de que contém sérios erros, os quais esperam esclarecer através das técnicas mais modernas.

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Mundo

Círculos enormes assustam cientistas na Jordânia

As enigmáticas estruturas de pedra deixaram os cientistas perplexos, os círculos enormes foram descobertos por fotografias. De acordo com o Aerial Archaeology Project (Projeto Arqueológico Aéreo), desenvolvido na Jordânia, os arqueólogos capturaram várias imagens aéreas de alta resolução de 11 grandes círculos que estão em diferentes partes do país, informa o portal Live Science.

Enormes estruturas intrigaram os cientistas.

Enormes estruturas intrigaram os cientistas.

Com exceção de uma, todas as outras estruturas circulares têm cerca de 400 metros de diâmetro. Apesar de estarem longe um do outro, as estruturas são “muito semelhantes entre si, como uma coincidência”, diz o pesquisador David Kennedy, professor da Universidade da Austrália Ocidental que dirige o Aerial Archaeology Project desde 1997.

Os círculos foram datados em mais de 2.000 anos de idade.

Os círculos foram datados em mais de 2.000 anos de idade.

Os “grandes círculos” (como os arqueólogos chamam) foram construídos com baixos muros de pedra de baixa altura. Originalmente não continha aberturas e qualquer um que quisesse entrar teria que passar por cima dos muros.

Os cientistas chamaram as estruturas de "grandes círculos"

Os cientistas chamaram as estruturas de “grandes círculos”

O propósito dos círculos ainda é desconhecido e os arqueólogos não sabem exatamente quando estas estruturas foram construídas. Os círculos datam de pelo menos 2.000 anos, de acordo com a análise de fotografias e artefatos encontrados no solo.  Mas os cientistas não descartam a hipótese que as estruturas possam ter sido construídas em tempos pré-históricos, antes mesmo da invenção da escrita. 

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Mundo

Reino Unido planejou recrutar psicopatas em caso de Guerra Nuclear

De acordo com arquivos obtidos pela agência ANSA, em 1982 uma funcionária do Ministério do Interior britânico afirmou que a polícia iria perder muito tempo ajudando as pessoas “inadequadas” nas áreas afetadas por um holocausto e, sugeriu recrutar psicopatas para ajudar a polícia.
“Cerca de 1% da população é psicopata. Estas são as pessoas que podem ter nenhum trauma psicológico nas comunidades mais afetadas”, propôs a funcionária segundo os documentos que foram desclassificados pelo Governo do Reino Unido. “Eles (psicopatas) são muito bons em lidar com situações de crise, não têm sentimentos com os outros, código moral e a maioria torna-se bastante inteligente e lógico”, acrescentou.
A proposta foi rejeitada e acabou arquivada.

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Saúde

Pesquisadores esclarecem origem da esquizofrenia

Pesquisadores do Instituto do Cérebro (ICe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o Instituto de Bioquímica Médica (IBqM) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), comprovam que a origem de transtornos psiquiátricos não está atrelada a alterações biológicas únicas e que o diagnóstico ainda necessita da análise de sintomas. O estudo foi realizado com modelos computacionais inspirados em trabalhos que simulam neurônios do intestino da lagosta e as informações são da Agecom UFRN.

A pesquisa de Rodrigo Pavão, Adriano Tort e Olavo Amaral, que foi publicada na revista Schizophrenia Bulletin, utilizou modelos computacionais desenvolvidos em laboratórios que simulam sintomas da esquizofrenia em redes de neurônios artificiais. Os cientistas realizaram simulações, gerando milhares de redes neuronais, por meio de variações dos componentes dos circuitos. Após isso, examinaram o funcionamento das combinações para avaliar se haviam sintomas semelhantes aos da esquizofrenia.

De acordo com Rodrigo Pavão, “o estudo feito por Eve Marder, demonstrando múltiplos modelos computacionais capazes de gerar o padrão de contração rítmica no intestino de lagosta, inspirou o nosso trabalho que demostra que múltiplos modelos computacionais podem gerar características esquizofrênicas”, explica.

O resultado da pesquisa foi que, além de observar as mesmas alterações relatadas em outros estudos, também foram geradas mais de uma centena de combinações diferentes de alterações. Com base nessas análises, nenhum dos componentes utilizados para construir o circuito neuronal foi capaz de predizer isoladamente a ocorrência dos sintomas relacionados à doença. Pelo contrário, eles parecem ser fruto da interação entre muitos fatores que atuam em conjunto.

O estudo reforça a complexidade dos transtornos psiquiátricos, mostrando que um conjunto de sintomas pode ser fruto de dezenas ou centenas de causas diferentes a nível de genes e moléculas. Também é possível que uma mesma alteração genética possa levar a sintomas distintos em pacientes diferentes, de acordo com fatores ambientais e culturais.

“Os diagnósticos atuais em Psiquiatria foram originalmente criados para agrupar pacientes com sintomas semelhantes. No entanto, nada garante que estas doenças, definidas a partir de sintomas, possuam causas biológicas únicas”, esclarece Olavo Amaral.

Para os estudiosos, os resultados são um “balde de água fria” na ideia de que a Psiquiatria será capaz de substituir o diagnóstico baseado em sintomas por métodos objetivos, como testes bioquímicos, análises genéticas ou exames de imagem. No entanto, eles também afirmam que outras maneiras de diagnóstico são possíveis.

Esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença caracterizada tanto pela presença de alucinações e delírios quanto pela depressão e declínio cognitivo ou apatia. Acredita-se que tenha base genética e ambiental e que esteja associada a mudanças químicas e estruturais do cérebro. “Não há convicção sobre o que causa a doença, que é definida como multifatorial, algo reforçado pelo nosso estudo”, enfatiza Pavão.

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Mundo

A sexta extinção em massa da Terra será causada pelo homem

A Terra já passou por situações que provocaram serias consequências para os seres que vivem ou viveram nela, ao logo de suas centenas de milhões de anos de idade. Segundo cientistas, o planeta Terra já passou por cinco momentos de extinção em massa, o pior deles aconteceu a 250 milhões e dizimou 96% das espécies aquáticas e 70% das espécies terrestres.

O planeta esta prestes a mais uma catástrofe global, cientistas dizem que estamos nos aproximando do sexto momento de extinção em massa, eles acreditam que pode eliminar ainda mais espécies da Terra e talvez até os seres humanos. De acordo com um relatório do IPCC já em 2007, foi estimado que 20% a 30% das plantas e dos animais devem enfrentar um alto risco de extinção em um futuro próximo se a Terra continuar a esquentar como hoje.

A próxima extinção em massa pode ocorrer nos próximos 60 mil anos, segundo as estimativas atuais. E o principal responsável por acelerar esse processo é o próprio homem, que causa interferências muito prejudiciais para a estabilidade da natureza, o principal aspecto é a poluição produzida, capaz de aumentar a temperatura do planeta em questão de décadas, coisa que a Terra demorou milênios para esfriar e favorecer a manutenção da vida. Para os cientistas somente os mais preparados sobreviverão, mas podemos retardar esse processo de extinção com medidas ecológicas e de sustentabilidade que é mundialmente defendida e raramente praticada.

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