Mundo

Base de mísseis secreta é descoberta na Coreia do Norte

Informação está contida em documento feito por estudiosos do EUA

(ANSA) – Um relatório feito pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) dos Estados Unidos identificou uma base secreta da Coreia do Norte, que pode abrigar mísseis balísticos, localizada a cerca de 212 quilômetros a noroeste de Seul.
    Segundo os dados do projeto “Beyond Parellel”, a base de Sino-ri é uma das mais antigas entre as cerca de 20 que são “desconhecidas”. O estudo, produzido por três especialistas em defesa, serviços secretos e Coreia do Norte, indica que o local é o “esconderijo” de mísseis de médio alcance Nodong-1.
    Além disso, o mais novo míssil balístico Pukkuksong-2 (KN-15), testado pela primeira vez em 12 de fevereiro de 2017, poderia ter sido desenvolvido neste local.
    A base tem armamentos “adequados para alegada estratégia militar nuclear, fornecendo apoio operacional para um primeiro ataque atômico ou convencional contra alvos localizados tanto na Península Coreana quanto em grande parte do Japão”, diz o relatório. Imagens de satélite, datadas de 27 de dezembro, por exemplo, mostram a sede e várias estruturas com veículos, incluindo bunkers cobertos por terra.
    A revelação da base ocorre menos de uma semana depois da Casa Branca anunciar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de se reunir pela segunda vez com o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, no final de fevereiro. No último sábado(19), inclusive, o republicano afirmou ter tido um “encontro incrível” com o enviado de Pyongyang, Kim Yong Chol, com quem tratou sobre os detalhes da nova cúpula. Até o momento, Washington não se pronunciou sobre a descoberta da base militar. No primeiro encontro histórico entre Trump e Kim, os dois líderes se comprometeram, de maneira vaga, com a paz e a desnuclearização da Península Coreana. No entanto, Pyongyang não deu sinais de que pretende se desfazer de seu arsenal nuclear, enquanto os Estados Unidos não mostraram disposição em retirar suas forças da Coreia do Sul.

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Mundo

Hoje é o dia mais triste do ano, segundo pesquisas

Data equivale à 3ª segunda-feira do ano, chamada “Blue Monday”

(ANSA) – Se você está desanimado ou triste nesta segunda-feira (21), a ciência tem uma explicação: trata-se do “Blue Monday”, o dia mais triste do ano. A data foi estabelecida baseada no estudo do psicólogo Cliff Arnall, do País de Gales.
    Em 2005, ele criou uma equação que aponta que a terceira segunda-feira do ano é a mais triste. Isso porque as pessoas costumam sentir culpa pelos gasto excessivos nas festas de Natal, assim como melancolia pelo fim das férias, falta de motivação e irritação com a meteorologia. No Reino Unido, a data já é levada a sério e tem se espalhado pela Europa e outros continentes.

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Mundo

Príncipe Philip sofre acidente de carro, mas sai ileso

Batida ocorreu perto da residência de Sandringham, em Norfolk

(ANSA) – O marido da rainha Elizabeth II, príncipe Philip, de 97 anos, sofreu um acidente de trânsito nesta quinta-feira (17), perto da residência de Sandringham, em Norfolk, mas saiu ileso.

Segundo o Palácio de Buckingham, a batida também envolveu outro veículo, cujos dois ocupantes sofreram ferimentos leves. De acordo com a BBC, o duque de Edimburgo dirigia um Range Rover, mas o carro capotou ao tentar fazer uma conversão.

Testemunhas disseram que ajudaram Philip a sair do veículo e que ele estava “tremendo”, mas consciente. O príncipe voltou para Sandringham, onde foi examinado por um médico. Ele se retirou da vida pública em agosto de 2017 e não participa mais de eventos oficiais como representante da realeza.

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Destaques, Política

HRW critica autoritarismo no mundo e cita Bolsonaro

ONG disse que resistência contra autoritarismo tem crescido

(ANSA) – A ONG Human Rights Watch (HRW) divulgou nesta quinta-feira (17) seu relatório anual e apontou o crescimento da oposição e de movimentos de resistência a líderes autoritários. O relatório de 2019 contém 674 páginas e analisa as políticas de direitos humanos em mais de 100 países. O documento destaca que o fenômeno atual não é a onda de autoritarismo no mundo, mas sim, o crescimento da oposição a este autoritarismo. Como exemplo, a ONG citou a pressão para a investigação da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi, assim como as campanhas contra a limpeza étnica dos Rohingyas em Myanmar e a tentativa de encerrar o conflito na República Democrática do Congo.
    “Mesmo nas democracias ocidentais, políticas autocráticas têm sido avançadas por líderes como o italiano Matteo Salvini e o americano Donald Trump”, disse o diretor executivo da Human Rights Watch, Kenneth Roth. “Os populistas que difundem ódio e intolerância estão gerando uma resistência: os excessos do domínio autocrático estão alimentando um contra-ataque”, concluiu. “Hoje, os autocratas tentam minar a democracia e demonizar as minorias vulneráveis para ganharem apoio popular”, criticou o relatório da ONG.
    Brasil – No capítulo sobre o Brasil no relatório, a ONG, além de citar Bolsonaro como um líder autoritário, aponta que o Brasil enfrenta uma superlotação do sistema carcerário e uma epidemia de violência doméstica. “Isso não pode reduzir o problema. O novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, é o último exemplo autoritário. Bolsonaro se une a uma série de figuras como o turco Erdogan, o egípcio Al Sisi, o filipino Duterte, o húngaro Orban, o russo Putin e o chinês Xi Jinping”, disse Kenneth Roth.
    De acordo com a Human Rights, 842 mil pessoas estavam presas no Brasil em dezembro de 2018, apesar do sistema carcerário ter capacidade para apenas metade. Sobre a violência doméstica, a ONG elogiou a Lei Maria da Penha, porém apontou falhar no sistema, principalmente no atendimento às vítimas, com delegacias especializadas em número insuficiente para toda a população feminina. “Lamentavelmente, podemos dizer que, no Brasil, há uma epidemia de violência doméstica, que não é suficientemente abordada, protegida, atendida pela parte do Estado”, afirmou José Miguel Vivanco, diretor para a divisão das Américas da Human Rights Watch.
    O número de assassinatos também chamou a atenção da ONG. Em 2017, o número de homicídios bateu recorde: 64 mil. Porém, apenas 12 mil foram denunciados pelo Ministério Público.

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Futebol Internacional

CR7 decide e Juventus conquista a Supercopa da Itália

Velha Senhora vence pela 8ª vez em sua história o torneio

(ANSA) – Com um gol de Cristiano Ronaldo, a Juventus derrotou nesta quarta-feira (16) o Milan por 1 a 0 e conquistou pela oitava vez em sua história a Supercopa da Itália.

Em partida realizada no estádio King Abdullah Sports City, em Jidá, na Arábia Saudita, Milan e Juventus fizeram uma partida equilibrada. Apesar da Velha Senhora ter criado mais oportunidades de gols, a equipe rossonera chegou a mandar uma bola no travessão do goleiro Wojciech Szczesny.

O gol do título bianconero saiu aos 15 minutos do segundo tempo. O meio-campista Miralem Pjanic recebeu na intermediária e cruzou na medida para Cristiano Ronaldo, que em posição legal mandou de cabeça para o fundo da rede.

O título da Supercopa da Itália é o primeiro de CR7 com a camisa da Juventus, além de ser a 27ª conquista da carreira do astro português.

A atual heptacampeã do Campeonato Italiano e tetra da Copa da Itália, agora soma oito Supercopas: 1995, 1997, 2002, 2003, 2012, 2013, 2015 e 2018.

Milan

Também em busca pelo seu primeiro título no Milan, o brasileiro Lucas Paquetá começou entre os titulares na equipe rossonera, mas teve atuação discreta.

Já o atacante Gonzalo Higuaín começou o confronto no banco de reservas e entrou na partida no lugar de Paquetá, aos 25 minutos da etapa final. O argentino poderá se transferir em breve para o Chelsea, da Inglaterra.

Polêmica

Após toda a polêmica envolvendo a Arábia Saudita como sede da final da Supercopa da Itália, o público feminino no estádio King Abdullah Sports City acompanhou o confronto nos anéis superiores, que são os setores reservados e destinados às famílias.

Os homens, por sua vez, puderam ver a partida nos setores mais próximos ao gramado. As mulheres foram autorizadas a acompanharem partidas de futebol no país saudita em janeiro de 2018.

A Arábia Saudita realizou um acordo com a Lega Serie A para sediar três das próximas cinco edições da Supercopa da Itália.

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