Home Notícias Brasil RN Natal Uso do ‘Pokémon Go’ no Parque das Dunas preocupa o IDEMA

Uso do ‘Pokémon Go’ no Parque das Dunas preocupa o IDEMA

Uso do ‘Pokémon Go’ no Parque das Dunas preocupa o IDEMA
Caçadores dominando o Parque das Dunas (Foto: Brechando/Felipe Magno)
0

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), vem registrando aumento expressivo de frequentadores no Parque das Dunas em função do jogo Pokémon Go que usa referências do mundo real para caçar “monstros virtuais”.

A área do Parque das Dunas é considerada de captura desses monstros e milhares de crianças, jovens e adultos estão utilizando o espaço para procurar Pokémons, fato que vem preocupando a diretoria do Instituto, uma vez que as normas de uso do parque estão sendo desrespeitadas.

+ Aplicativos para Android que ajudam a encontrar Pokémons com facilidade

“As pessoas estão desligando equipamentos do parque e ligando várias réguas de energia para recarregar baterias de celular, em alguns casos, envolvidas pelo jogo, elas invadem espaços de folhagem onde vivem animais nativos como répteis, além de insetos e aracnídeos, por isso estamos chamando a atenção para o cumprimento das normas de uso do local”, afirmou Mary Sorage, bióloga e gestora do Parque das Dunas.

O Idema como órgão que administra o Parque ressalta que é proibido o acesso às trilhas ecológicas sem autorização prévia; os usuários devem respeitar o horário de funcionamento do Parque que é das 8h às 18h; não é permitido utilizar a área de administração do local nem desligar equipamentos para recarregar baterias de celular, e as placas de sinalização devem ser respeitadas.

“É necessário adotar limites para a utilização do Parque das Dunas, não somente para a conservação do local, mas para garantir a segurança do próprio visitante”, ressaltou Marcelo Gurgel, Diretor-administrativo do Idema.

Sobre o Parque

O Parque das Dunas é considerado o maior parque urbano sobre dunas do Brasil e exerce fundamental importância na qualidade de vida da população. O Parque foi criado em 1977 como a primeira Unidade de Conservação do Rio Grande do Norte e reconhecido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) como parte integrante da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Brasileira.

Rafael Nicácio Editor e repórter do Portal N10. Já trabalhou na Assecom (Assessoria de Comunicação do Governo do RN) e na Ascom (Assessoria de Comunicação da UFRN).
error: Conteúdo protegido, entre em contato ([email protected]) para solicitar a matéria!