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Potiguares conquistam seis medalhas nas Paralimpíadas Rio 2016

Potiguares conquistam seis medalhas nas Paralimpíadas Rio 2016
Joana Neves levou duas pratas e uma bronze na natação (Foto: Divulgação / CPB)
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Os representantes do Rio Grande do Norte que integraram a Seleção Brasileira nas Paralimpíadas Rio 2016 se despediram dos jogos com seis medalhas conquistadas. A modalidade da natação foi a que mais subiu no pódio com duas medalhas de prata e uma de bronze com Joana Neves e uma de prata com Clodoaldo Silva. No goalball, Romário Diego Marques foi medalha de bronze, enquanto no atletismo Thalita Simplício, que foi revelada nos Jogos Paradesportivos Escolares do RN conquistou a medalha de prata no revezamento 4×100.

“Estamos felizes e orgulhos pelos resultados obtidos. Sabíamos do potencial de nossos atletas, principalmente pela tradição que o Rio Grande do Norte tem nos Jogos Paralímpicos. Quero parabenizar toda delegação que fez parte da seleção brasileira com destaque para Thalita Simplício que surgiu nos Jogos Paradesportivos Escolares do RN, um projeto organizado pelo Governo do Estado e que vem crescendo a cada edição”, disse Canindé.

Thalita agradeceu a oportunidade que o projeto do Governo do Estado proporcionou. “Tudo começou nos Jogos Paradesportivos Escolares do Rio Grande do Norte, uma oportunidade que abriu as portas do atletismo paralímpico. Através dele consegui vaga para as Paralimpíadas Escolares de São Paulo, onde obtive excelentes resultados e comecei a me destacar nacionalmente, até conseguir o índice para minha primeira Paralimpíada. Agradeço por essa oportunidade, estou muito feliz por representar meu Estado e conquistar minha primeira medalha paralímpica”, revelou a natalense do bairro das Quintas, que corre com o atleta-guia Felipe Veloso.

O judoca Abner Nascimento também foi revelado nos Jogos Paradesportivos Escolares do Rio Grande do Norte. Abner integrou a seleção brasileira de judô para cegos, mas não obteve medalha. “Considero os Jogos Paradesportivos Escolares e Paralímpicos como uma grande oportunidade para quem busca qualidade de vida e elevação da auto-estima e desenvolvimento integral da pessoa com deficiência, mas também é o melhor caminho para a inclusão nas competições oficiais, possibilitando a descoberta de novos talentos”, completou o coordenador do Paradesporto da SEEL, Tibério Maribondo.

Romário Nicácio Administrador de Redes. Redator e co-fundador do Portal N10. Redator de sites desde 2009.
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