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PF prende cinco pessoas no RN utilizando material pornográfico infantil pela internet

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PF prende cinco pessoas no RN utilizando material pornográfico infantil pela internet
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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (2), a Operação Gênesis, no RN e em outros 7 Estados (AC, CE, MG, PE, RO, SC e TO), com o objetivo de combater o armazenamento e a distribuição de fotos e vídeos de material pornográfico infantil pela internet.

Especificamente no RN, as investigações foram iniciadas há oito meses e identificaram contas de usuários que se utilizavam de redes sociais e de e-mails para distribuir arquivos de pornografia infantil através da rede mundial de computadores.

A PF utilizou 40 policiais para cumprir 10 mandados de busca e apreensão, sendo 7 em Mossoró, 1 em Parnamirim, 1 em Natal e 1 em Fortaleza/CE.

Durante o cumprimento dos mandados de busca os policiais encontraram diversos materiais de pornografia infantil armazenados em computadores e, também, sendo compartilhados pela internet, o que resultou na prisão em flagrante de 6 acusados, sendo 1 em Natal, 4 em Mossoró e 1 na capital cearense.

A única pessoa presa em Natal, foi um artesão pernambucano, 45 anos, residente em Capim Macio. Com ele foi encontrado o material ilícito arquivado no computador pessoal. Levado para a sede da PF, o homem foi interrogado e liberado, pois apesar do flagrante, neste caso, a Lei permite que o preso pague fiança e responda ao processo em liberdade.

Já em relação às outras cinco prisões, apenas duas de Mossoró tiveram direito a fiança: um guarda municipal, 39 anos e um autônomo, 26 anos, enquanto que um porteiro, 40 anos e um advogado, 56 anos, permanecem presos à disposição da Justiça, além do autônomo de 40 anos que foi detido em Fortaleza, pois restou apurado que todos compartilhavam material de pornografia infantil pela internet.

Durante as buscas foram apreendidos computadores, notebooks, aparelhos celulares, pen drives, chips e HDs. Esse material será agora periciado para análise do seu conteúdo.

Os crimes ora investigados preveem penas que podem chegar até a 6 de anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Com informações da PF

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Romário Nicácio Administrador de Redes. Redator e co-fundador do Portal N10. Redator de sites desde 2009.
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