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Natal e Mossoró precisam evoluir na coleta de esgotos e reduzir as perdas de água potável

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Natal e Mossoró precisam evoluir na coleta de esgotos e reduzir as perdas de água potável
Divulgação: Caern
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As duas maiores cidades do Rio Grande do Norte, Natal e Mossoró, têm grandes desafios a vencer para melhorar as condições de saneamento básico. Os municípios fazem parte do novo “Ranking do Saneamento nas 100 Maiores Cidades” publicado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados. O estudo considera os números oficiais do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico – do Ministério das Cidades – ano base 2014.

No quinto menor estado brasileiro, a situação mais crítica está na capital Natal (82ª posição no Ranking), onde apenas 35,36% da população tem acesso à coleta dos esgotos e 26,02% do esgoto gerado é tratado. 94,74% dos habitantes tinham acesso à água tratada. Já em Mossoró (58º colocado) apenas 44,92% da população tem coleta dos esgotos e 40,29% do esgoto é tratado. 93,87% das pessoas têm água tratada.

Quando considerado o indicador de investimentos em saneamento básico comparado ao que foi arrecadado com os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos entre os anos de 2010 e 2014, Natal teve resultado ruim – 16% do arrecadado foi investido, valor abaixo da média de 23% entre as 100 maiores cidades. Já em Mossoró o investimento sobre arrecadação foi um dos maiores do país (77,04%), o que mostra que houve grandes investimentos na cidade.

No que se refere às perdas de água potável nos sistemas de distribuição, resultado de vazamentos, roubos e ligações clandestinas, erros ou falta de medição, ambas têm muito a fazer. Na capital do RN as perdas de água potável chegam a 56,99% e em Mossoró a 59,91%. As duas cidades estão muito piores do que a média nacional de 36,7%, que já é muito ruim.

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Rafael Nicácio Editor e repórter do Portal N10. Já trabalhou na Assecom (Assessoria de Comunicação do Governo do RN) e na Ascom (Assessoria de Comunicação da UFRN).
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