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Lava Jato: Ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, volta a ser preso nesta segunda-feira (16)

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Lava Jato: Ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, volta a ser preso nesta segunda-feira (16)
Renato Duque. Foto: Divulgação
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Com o início da décima fase da Operação Lava Jato, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque voltou a ser preso nesta segunda-feira (16). Segundo informações da PF, Duque tem entre os crimes investigados nesta etapa a associação criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e fraude em licitação.

Duque foi preso na casa dele, no Rio de Janeiro. O empresário paulista Adir Assad, investigado na CPI do Cachoeira, e Lucélio Góes – filho de Mário Góes, um dos suspeitos de intermediar a propina paga pela empresa catarinense Arxo – também foram detidos. As três prisões são preventivas.

Também foram expedidos três mandados de prisão temporária contra Sueli Maria Branco, que segundo a Polícia Federal já faleceu, contra Sônia Marisa Branco e Dario Teixeira Alves. Ao todo, a Justiça Federal do Paraná expediu 18 mandados nesta nova etapa da operação policial.
A prisão preventiva não tem data para terminar, dependendo de decisão judicial. Já a prisão temporária tem prazo de cinco dias.

De acordo com a superintendência da Polícia Federal no Paraná, Renato Duque será transferido do Rio para Curitiba, às 17h, em um voo de carreira. A previsão é de que ele desembarque na capital paranaense por volta das 19h. Os suspeitos, presos em São Paulo, serão deslocados para o Paraná de carro. A previsão é de que eles cheguem no final da tarde a Curitiba.

De acordo com o juiz Sérgio Moro, o que levou Duque a ser preso novamente foi a descoberta por parte do Ministério Público de que Duque continuou lavando dinheiro mesmo depois da deflagração da Operação Lava Jato, em março do ano passado. O magistrado afirmou na decisão que o ex-diretor de Serviços da Petrobras “esvaziou” suas contas na Suíça e enviou € 20 milhões para contas secretas no principado de Mônaco. O dinheiro, que não havia sido declarado à Receita Federal, acabou bloqueado pelas autoridades do país europeu.

As informações são do G1.

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Romário Nicácio Administrador de Redes. Redator e co-fundador do Portal N10. Redator de sites desde 2009.
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