Islã proíbe ‘Pokémon Go’ no Egito por ter “os mesmos efeitos que o álcool”

(ANSA) – Em pouco tempo de lançamento, o aplicativo “Pokémon Go”, jogo para smartphone onde os usuários podem capturar pokémons em ambientes reais, como ruas, praias e parques seguindo instruções que aparecem na tela do celular, já foi considerado viciante e perigoso, principalmente para crianças, que se distraem com mais facilidade. No entanto, agora o app é, além de tudo isso, ilegal para o Islã.

Nesta quinta-feira, dia 14, a mesquita de al-Azhar, a maior e mais importante instituição islâmica do Egito, afirmou que o jogo tem efeitos tão ruis quanto os de bebidas alcoólicas, cujo consumo não é permitido para o Islã. Por isso, o aplicativo deveria ser considerado ilegal e proibido.

“Esse jogo faz com que as pessoas pareçam bêbadas nas ruas e nas estradas enquanto seus olhos estão grudados nas telas dos celulares que as direcionam a locais onde estão os Pokémons imaginários na esperança de capturá-los”, afirmou Abbas Shuman, o comissário do imã de al-Azhar, Ahmed al-Tayeb.

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“Será que encontraremos lunáticos entrando em mesquitas, igrejas, prisões e unidades militares na procura dos pokémons desaparecidos? Será que as pessoas vão negligenciar seu trabalho e ficar devotas na caça do pokémon?”, disse Shuman.

“Pokémon Go” ainda não está disponível no Egito, no entanto, muitos jovens já conseguiram baixar o aplicativo nos seus smartphones.

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