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Escolas de samba do RJ iniciam desfiles na noite desta sexta-feira (13)

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Escolas de samba do RJ iniciam desfiles na noite desta sexta-feira (13)
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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A Passarela do Samba, no Rio de Janeiro, vai se colorir com fantasias e alegorias de hoje (13) a terça-feira (17), em desfiles que reúnem mais de 40 escolas de samba do Grupo Especial, do Grupo A e de escolas mirins.

Quem abre o carnaval da Marquês de Sapucaí é o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Unidos de Bangu, às 21h, iniciando os desfiles do Grupo A. A segunda divisão do samba reúne escolas que disputam vaga no Grupo Especial e tem medalhões do carnaval carioca, como a Império Serrano, Caprichosos de Pilares e Estácio de Sá.

Na noite desta sexta (13), desfilam depois da Unidos de Bangu, a Em Cima da Hora, Império Serrano, Paraíso do Tuiuti, União do Parque Curicica, Unidos do Porto da Pedra e Caprichosos de Pilares.

No sábado (14), encerram os desfiles do Grupo A as escolas Alegria da Zona Sul, Acadêmicos de Santa Cruz, Inocentes de Belford Roxo, Unidos de Padre Miguel, Império da Tijuca, Renascer de Jacarepaguá, Acadêmicos do Cubango e Estácio de Sá.

Domingo (15) e segunda-feira (16), será a vez das 12 escolas do Grupo Especial, e, na terça-feira, são as 16 escolas mirins que desfilam na Marquês de Sapucaí. Na Quarta-Feira de Cinzas, a Praça da Apoteose, no fim do sambódromo, será palco da apuração das notas dos jurados às escolas do Grupo Especial e, no sábado, as seis mais bem colocadas desfilam novamente, no chamado Desfile das Campeãs.

LOGÍSTICA

O metrô funcionará 24 horas durante o carnaval e quem for ao setor ímpar da Marquês de Sapucaí ou desfilar nas escolas que se concentram perto da Rua de Santana deve descer na Estação Central do Brasil. Para os desfiles próximos ao prédio dos Correios e para o público que tem ingressos no setor par, a recomendação é descer na Estação Praça XI.

O esquema preparado pela prefeitura inclui 200 profissionais de saúde, que se alternarão em plantões e atenderão em sete postos de assistência médica no sambódromo e dois no Terreirão do Samba. A estrutura terá 33 leitos, dos quais sete para situações de maior gravidade. No ano passado, 2.048 pessoas foram atendidas nos seis dias de desfiles e 50 chegaram a ser transferidas para hospitais.

As informações são da Agência Brasil*

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Romário Nicácio Administrador de Redes. Redator e co-fundador do Portal N10. Redator de sites desde 2009.
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