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Cientistas descobrem gene que destrói as células doentes prolongando o tempo de vida

Cientistas descobrem gene que destrói as células doentes prolongando o tempo de vida
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Cientistas podem ter descoberto uma nova maneira de estender o tempo de vida de organismos vivos, através da ativação de um gene que destrói as células doentes. Pesquisadores da Universidade de Berna, descobriram que eram capazes de ajudar moscas a viver até 60% mais tempo, aumentando a atividade de um gene que tem como alvo as células danificadas. As informações são do Daily Mail.

Se isso pudesse ser transferido para o homem, poderia estender o tempo de vida médio de pessoas em países desenvolvidos a mais de 120 anos de idade. O gene chamado Ahuízotl, ou ‘azot’, age como uma espécie de controle de qualidade celular, ajudando a eliminar as células doentes ou com defeito. Os pesquisadores já tentam articular alguma maneira para ajudar a proteger os órgãos vitais como o cérebro ou o intestino de uma acumulação de células doentes ​​potencialmente nocivas.

Os cientistas descobriram que um gene chamado Ahuízotl, ou 'azot' age como uma espécie de controle de qualidade celular, ajudando a eliminar as células doentes ou com defeito. As moscas de fruta, receberam uma cópia extra do gene este que tem como alvo as células doentes. Durante os testes as moscas viveram vidas de 60% mais longos.
Os cientistas descobriram que um gene chamado Ahuízotl, ou ‘azot’ age como uma espécie de controle de qualidade celular, ajudando a eliminar as células doentes ou com defeito. As moscas de fruta, receberam uma cópia extra do gene este que tem como alvo as células doentes. Durante os testes as moscas viveram vidas de 60% mais longos.

Quando os cientistas deram uma cópia extra do gene para moscas de fruta, descobriram que os tecidos dos insetos tornaram-se mais saudáveis e com um envelhecimento mais lento. Os seres humanos também têm o gene azot, o que abre a possibilidade de que poderiam ser usados para criar novos tratamentos anti-envelhecimento. Dr Christa Rhiner, professor de biologia celular da Universidade de Berna, que participou do estudo, disse: “Nossas moscas tiveram expectativa média de vida de 50 a 60 por cento mais do que moscas normais.”

No Antigo Testamento, foi dito que Matusalém viveu por 969 anos. Cavaleiros medievais fizeram missões de pesquisa para o Santo Graal, que foi dito para conceder poderes, incluindo a vida prolongada. Alquimistas também se dedicaram a produzir o Elixir da Vida. Alguns cientistas têm especulado que a vida humana pode ser estendida para até 200 anos.

Eduardo Moreno, que liderou o trabalho no Instituto de Biologia Celular da Universidade de Bern, disse: “Nossos corpos são compostos de vários trilhões de células e durante o envelhecimento dessas células acumulam erros aleatórios devido ao estresse ou agentes externos, como a luz ultravioleta.”

Romário Nicácio Administrador de Redes. Redator e co-fundador do Portal N10. Redator de sites desde 2009.
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